sábado, 31 de outubro de 2009

Aos pais e colaboradores...




Um blog a construir dia após dia...
A participação de todos é muito importante para nós, como tal, gostaríamos de deixar um pedido a todos os colaboradores  e pais da Infancoop, sempre que vos surja uma ideia ou sugestão podem partilhar connosco de modo a ser trabalhada e publicada.
Gostaríamos ainda de ter uma actualização semanal que fosse ao encontro das necessidades de todos e essencialmente das crianças.
A construção deste blog foi do sonho à realidade e seria bom ter uma continuidade onde todos pudessem participar e partilhar.

Obrigado e participem connosco!


sexta-feira, 30 de outubro de 2009

PLANO DE CONTIGÊNCIA PARA A GRIPE A

PLANO DE CONTIGÊNCIA DA INFANCOOP PARA A GRIPE A

1. OBJECTIVO DO PLANO
O objectivo do Plano de Contingência é manter o funcionamento da Infancoop, em face dos possíveis efeitos da pandemia, nomeadamente o possível absentismo dos profissionais e das crianças utentes e respectivas repercussões nas actividades da Instituição e no ambiente familiar e social de toda a comunidade educativa.
Este Plano consiste num conjunto de medidas e acções que deverão ser aplicadas oportunamente, de modo articulado, em cada fase da evolução da pandemia da gripe.

2. COORDENADOR E EQUIPA OPERATIVA
A Coordenação do Plano vai ser assumida pela Directora Delegada e por uma Equipa Operativa constituída pela Coordenadora Pedagógica e pelas Administrativas.
A estreita articulação com a Unidade de Saúde Pública bem como com os pais das crianças utentes e outras entidades pertinentes será efectuada pelos membros desta equipa.

3. ACTIVIDADES ESSÊNCIAIS E PRIORITÁRIAS
No sentido assegurar o funcionamento da Instituição, é necessário garantir determinados serviços mínimos, são eles:
• Sector Alimentar – 2 profissional a trabalhar + 1 profissional dum outro sector a apoiar
• Valência Creche – para manter 3 salas em funcionamento (das 7 existentes) - 8 profissionais a trabalhar, para um máximo de 40 crianças.
• Valência Jardim – para manter 2 salas em funcionamento (das 4 existentes) - 4 profissionais a trabalhar, para um máximo de 46 crianças.
• 1º Ciclo e ATL – 1 sala a funcionar – 2 profissionais, para um máximo de 30 crianças.
• Serv. Administrativos – 1 profissional a trabalhar
• Serv. de transporte – 2 profissionais (1 com carta de pesados)
No entanto, caso o número de crianças a frequentar seja inferior ao previsto para o número de salas atrás descrito, o número de profissionais em exercício poderá ser também inferior ao rácio apresentado e reestruturado o número de salas em actividade.
De referir que numa situação de crise pandémica com elevado absentismo, quer dos profissionais quer das crianças utentes, ambos poderão ser encaminhados para outras salas, bem como os primeiros para outras valências ou sectores que não o ocupado em período normal de funcionamento, pelo que deverá haver disponibilidade dos profissionais para colaborar onde for necessário.
O serviço de transportes pode ser cancelado caso não exista condições para o elaborar em situação de crise.
O encerramento da instituição é uma medida que apenas deve ser adoptada se determinada pelo Delegado de Saúde Pública, após avaliação epidemiológica da situação.
De salientar que a direcção poderá tomar essa mesma decisão, caso os serviços mínimos não possam ser assegurados por falta de recursos humanos, pelo que deverá encorajar-se os pais a encontrar formas alternativas para guarda das crianças, no caso da Instituição ter que encerrar em virtude de pandemia.

4. MEDIDAS DE PREVENÇÃO DA GRIPE
Para além das recomendações prevista do documento elaborado pela Direcção Geral da Saúde que segue em anexo, todos os profissionais desta Instituição deverão tomar as seguintes medidas:
• Incentivar as crianças de sala a lavar as mãos com frequência e de acordo com as indicações do documento afixado em todas as instalações sanitárias do Edifício.
• Para as crianças das valências Jardim de Infância/ ATL/1º Ciclo do Ensino Básico deverá ser promovida em sala de aula a capacitação das crianças na aquisição de bons hábitos de higiene, que poderá ser através da realização de desenhos ou pequenos trabalhos de grupo que lhes permitam reflectir sobre este tema, exemplificando se for preciso esses mesmos hábitos.
• As crianças devem ser ensinadas a não tocar com as mãos sujas na boca, olhos e nariz, bem como a uma correcta utilização de papel higiénico após necessidades fisiológicas e posterior lavagem correcta das mãos.
• Deve também ser ensinado boas regras quanto à questão dos espirros das crianças e a limpeza do nariz, para o efeito, será disponibilizada em cada sala uma caixa de lenços descartáveis de utilização única que deverão ser de imediato depositados em caixote do lixo fechado e com pedal.
Este programa educacional poderá chamar-se “Missão Mãos Limpas”
• Quanto aos adultos aconselha-se também para além da lavagem frequente de mãos a utilização da solução de gel alcoólica disponível nos doseadores espalhados pelo edifício
• Deve promover-se o exercício físico das crianças ao ar livre, sempre que as condições atmosféricas assim o permitam. Uma corrida, um jogo ou mesmo exercícios orientados nos recreios, mesmo com tempo encoberto é sempre mais positivo do que demasiado tempo em espaço fechado.
• Deverá haver uma preocupação acrescida quanto à limpeza dos equipamentos e brinquedos, o que compete aos profissionais de cada sala. As mesas de trabalho e os puxadores/maçanetas das portas interiores de sala devem ser limpas com frequência, bem como os brinquedos e outros objectos manipuláveis, usando um detergente comum passando de seguida por água limpa todos os objectos ou brinquedos que possam ser levados à boca, para evitar a ingestão do produto de limpeza.
• Deve promover-se o arejamento das salas, gabinetes e casas de banho, mantendo as janelas abertas sempre que possível.

5. MEDIDAS DE CONTROLO DA GRIPE
A Infancoop tem um papel muito importante na prevenção de uma pandemia de gripe, devido ao elevado número de utentes e trabalhadores e por conseguinte a possibilidade de contágio e rápida propagação da doença entre os seus alunos e profissionais. Sendo assim, existem medidas de controlo que terão que ser seguidas designadamente:
• Não poderemos admitir a presença de crianças que apresentem febre ou outros sinais de gripe. Logo na recepção da criança pela manhã, o profissional presente deverá informar os pais que a criança não poderá ficar a frequentar a Instituição, solicitando a compreensão dos mesmos para essa situação sensibilizando-o para a nossa responsabilidade na prevenção de uma pandemia de gripe.
• Os profissionais com febre ou sintomas gripais também devem permanecer em casa e não frequentar a Instituição. Pelo que deverão informar a Directora Delegada dessa situação logo que possível.
• Se durante a frequência da criança na Instituição a mesma manifestar febre ou sintomas gripais a mesma deve ser encaminhada de imediato para a sala de isolamento, que será a sala da Direcção, até que os encarregados de educação a venham buscar à Instituição, que deverá ser o mais breve possível. Esta sala nesse período, deve ser utilizada apenas para este fim. Deve abrir-se a janela, a fim de poder ser ventilada para o exterior, mantendo a porta fechada, bem como utilizar-se o dispositivo dispensador de solução anti-séptica de base alcoólica para desinfecção das mãos e colocar-se máscara quando se permanece nesse mesmo espaço com a(s) criança(s). Esta sala deve ser limpa e arejada após a sua utilização por eventuais crianças doentes.

Em caso de dúvida deverá contactar-se a Linha Saúde 24 – 808 24 24 24 .

• Se mais do que uma criança apresentar estes sintomas, no isolamento deverá manter-se uma distância de 1 metro entre as mesmas.
• Sempre que seja identificada uma situação suspeita de doença, de acordo com os seguintes sintomas:
Designadamente a existência de sintomas de gripe após viagens ou contactos próximos com pessoas que viajaram para zonas afectadas, deve contactar-se a Linha Saúde 24 (808 24 24 24) e seguir as instruções que lhes forem transmitidas. Este contacto deverá ser efectuado pela Coordenadora do Plano ou pela sua equipa operativa.
• A pessoa afectada (profissional ou criança utente) que manifeste febre superior a 38.º, ou sintomas de gripe não deve frequentar a Instituição até que a situação fique completamente esclarecida, devendo para o efeito, telefonar para a Linha Saúde 24 (808 24 24 24) e seguir as indicações que lhe forem transmitidas.

6. MEDIDAS A ADOPTAR NO CASO DE SE CONFIRMAR A DOENÇA POR VIRUS DA GRIPE A, NUM PROFISSIONAL OU EM CRIANÇA UTENTE
No caso de se confirmar a doença num profissional da escola ou numa criança utente, estes não devem frequentar a escola por um período mínimo de sete dias, ou até que lhes seja dada alta clínica.
Devem permanecer em casa, sempre que possível, a fim de evitar contagiar outras pessoas. Sempre que tiverem de se deslocar fora da residência, ou contactar com outras pessoas, devem utilizar uma máscara protectora da boca e nariz e lavar frequentemente as mãos.
As pessoas que tratem do doente, em casa, devem seguir as regras de higiene acima enumeradas. Devem lavar frequentemente as mãos após contacto com o doente, ou com objectos ou roupas potencialmente contaminados por saliva ou secreções nasais.
O encerramento da instituição poderá estar indicado, se existir o risco de propagação da doença, devido à existência de diagnósticos confirmados entre funcionários ou alunos.
Esta decisão, no entanto, só deverá ser tomada após uma adequada avaliação epidemiológica, por parte dos serviços de saúde locais, do risco de transmissão da doença à comunidade educativa.
Caldas da Rainha, 5 de Agosto de 2009.
A Coordenadora do Plano,

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Apresentamos a Direcção!


Caros Amigos

Acabámos de comemorar com imensa satisfação mais um aniversário.
Trinta e quatro anos são já uma idade que permite fazer história, e até com vários capítulos.
Contudo, mais que do passado, importa olharmos para o nosso presente e sem hesitações para o nosso futuro.
Vivemos actualmente uma situação de que nos podemos todos orgulhar.
Tal se deve ao trabalho que dia após dia os profissionais da Infancoop exercem com dedicação e empenho. Mas deve-se igualmente a todos os pais que ao longo de muitos anos têm colaborado com a instituição e que nela confiam a educação dos seus filhos. Sem ambos, esse profissionalismo que não pode deixar de ser exigido, e sem a participação das famílias, que desde logo começa pela escolha que fazem ao tornarem-se utentes, tudo o resto deixa de fazer sentido, designadamente o papel dos órgãos sociais.
É assim que esta direcção se procura posicionar. Por um lado, na defesa prestação de um serviço de qualidade por parte daqueles que directamente têm a responsabilidade de cuidar e educar das crianças. Por outro lado, procurar dar às famílias as condições mais adequadas para a educação dos seus filhos.
Sabemos que nem sempre é fácil manter satisfeitos todos os actores envolvidos. Temos plena consciência das nossas próprias limitações. No entanto, neste olhar sobre o presente, também somos capazes de reconhecer que muito de positivo tem sido conseguido, nomeadamente com a criação de novas instalações; reforço da valência Creche; 1º Ciclo; revisão do regulamento interno, etc.
Podem aparentemente ser pequenas coisas, mas, creiam-nos, não são. Exigem a todos aqueles que voluntariamente se dedicam a esta causa muita dedicação e trabalho.
Chega no final deste ano esta direcção ao fim do seu primeiro ano de mandato. O ano de 2010 será um ano particularmente desafiante pelas dificuldades anunciadas. Muitas famílias encontram-se numa situação económica difícil; as alterações efectuadas no passado recente pelas políticas educativas implicaram o fim do ATL como o conhecíamos. Alterações recentes nos custos sociais com o trabalho, aumentarão significativamente os mesmos e, ainda o aumento das oferta pública da valência de Jardim-de-infância, colocam-nos problemas que não serão fáceis de ultrapassar.
Contudo, só podemos olhar para o futuro sem nele vislumbrarmos alguma luz!
Não ficaremos à espera que a mesma venha ter connosco. Teremos de ser nós, trabalhadores, pais, direcções, comunidade... capazes o mais colaborativamente possível a procurá-la. Para isso, aqui fica o comprometimento, da parte desta direcção, de que tudo fará para que esse futuro seja uma realidade.
Para tal, é nossa absoluta convicção de que poderemos contar convosco.


Obrigado
A Direcção,






Apresentamos a Direcção Técnica!



Entre um pai ou uma mãe uma chamada telefónica
Um orçamento para gerir e uma colega a exigir
Vem um abraço apertadinho de uma criança feliz
Mais um oficio para elaborar e um email para mandar
Um fornecedor para atender mais uma proposta para analisar
Uma candidatura a procurar para a Infancoop beneficiar
Bem tarde já noite dentro com a Direcção reunida
Acertam-se pormenores para uma decisão bem reflectida
Ina Vasques



Apresentamos a Direcção Pedagógica!


 De manhã bem cedinho
As crianças começam a entrar
E De Mãos Dadas
Começam a brincar…


Este é o nosso dia a dia na Infancoop, onde são definidos objectivos pedagógicos de forma a proporcionar actividades diversificadas e novas aprendizagens à Criança que a auxiliam no seu processo de desenvolvimento.
 A Coordenadora Pedagógica a todos auxilia para promover um ambiente tranquilo, criativo e lúdico com o objectivo de todos colaborarem para a mesma finalidade ajudar a Criança a Crescer e a ser Feliz…

Dora Morais



Apresentamos a Sala dos Alecrins!


Olá!
Nós somos os Alecrins, as flores do 1º ano.
Em Setembro começámos a maior aventura das nossas vidas e estamos cheios de vontade de aprender!

Débora


Apresentamos a Sala dos Malmequeres!


Dezoito pequenos botões de malmequer...
A florescer num campo de letras e números,
Fertilizando pela fantasia das histórias de dragões e princesas,
Bebendo da chuva da partilha e da responsabilidade...
Crescendo rumo a um final feliz!

Anabela Pinto



Apresentamos a Sala dos Amores Perfeitos!


Na sala do Berçário
Tudo é feito com emoção
Rotinas e regras aprendem
Com muito amor e compreensão.

Os amores perfeitos
São lindas flores
Assim como os nossos bebés
Nesta sala de lindas cores.

Têm sorrisos lindos
E olhares de encantar
São bebés serenos
Que nos fazem amar.

Madalena e Helena



Apresentamos a Sala das Orquídeas!


Somos uma sala
Onde nos dão muitos miminhos
Comemos e dormimos
E recebemos também abracinhos.

Ainda somos pequenos
Aprendemos a gatinhar
Com a ajuda da Graça e da Luísa
Já conseguimos andar.

Graça e Luísa



Apresentamos a Sala dos Nenufares!


A sala dos nenufares
É de pequenas dimensões
Mas está cheia de afecto
Para encher doze corações.

Crescer e aprender brincando
É o lema do dia a dia
E assim vamos observando
Um crecimento em harmonia.

Fátima Tornada e Susana Novo



Apresentamos a Sala das Camélias!


Camélias nome de flor
Nesta sala bem regada
Tratamos com muito amor
Somos doze a pequenada.

Com duas grandes amigas
Vamos "Crescer a Brincar"
São o nosso grande aconchego
E ensinam-nos a Amar! 

Luísa Dinis e Deolinda



Apresentamos a Sala dos Brincos de Princesa!


A nossa sala tem nome de flor
Que nas orelhas podemos usar,
Parecendo assim uma princesa
Com os brincos a abanar.

Temos entre 2 e 3 anos,
Brincar é o nosso Viver.
Gostamos de fazer o que queremos,
Mas, vamos aprendendo que não pode ser.

Fazemos alguma coisa sozinhos,
Mas também é bom partilhar.
"Eu brinco...eu aprendo...eu cresço!"
E na Infancoop gosto de estar!

Vanda e Sara



Apresentamos a Sala dos Lírios!


Somos novos nesta Sala e tudo
Para nós é novidade
Estamos a aprender a estar em grupo
Porque agora é esta a nossa realidade.

Vamos aprendendo tudo
Sempre a brincar
Nunca esquecendo que há certas regras
Que devemos respeitar.

Carolina e Isabel Sofia



Apresentamos a Sala dos Trevos!


Têm mais ou menos 2 anos e meio
Rostos risonhos
E só têm o que lhes queremos dar!!!
Verdade, seja dita...
O nosso grupo faz
Sorrir os nossos dias!!!

T de Teresa
R de Rosalina
E de Engraçado
V de Viver
O de Optimista

Trevo, Trevinho, Trevão
Têm um lugar no nosso coração.
Está tão guardado
Lá bem no fundo,
São os melhores trevos
Que há neste mundo!

Na sala dos Trevos
É sempre uma alegria
Jogamos, cantamos, brincamos
E até dançamos Mamma Mia!

Na sala dos Trevos
Há muita animação e alegria
Até uma grande birra
Quase que desaparece por magia!

Teresa Capinha e Rosalina Silva



Apresentamos a Sala dos Miosótis!


Somos os mais pequeninos
Mas estamos a crescer
Somos os Miosótis
A brincar vamos aprender.

Abracinhos e beijinhos
Gosto de dar e receber
Mas às vezes malandrices
Também gosto de fazer.

Gosto dos meus amigos
Gosto muito de brincar
E já sei que é muito importante
Aprender a partilhar.

Estou feliz na minha escola
Trabalhos gosto de fazer
Sinto-me muito feliz
Pois estou a aprender.

Luísa Garcia e Isabel Pina



Apresentamos a Sala das Papoilas!


Na sala das Papoilas
Brincamos a valer
Com prazer e alegria
Estamos sempre a crescer

O lema das Papoilas
É crescer em harmonia
Partilhando todos juntos
Estimulando a fantasia

De mãos dadas
Vamos observar, explorar e criar
As histórias, as cantigas
O brincar e o jogar.

Zélia e Georgina



Apresentamos a Sala das Estrelícias!


Somos as Estrelícias,
Estrelícias do nosso jardim.
Aqui "regamos" a nossa vida
com uma alegria assim:

Cada dia Todos juntos
Aprendemos a crescer,
Nunca ninguém sabe tudo
Todos temos que aprender.

Umas vezes a "escrever"
Outras a contar,
Com tintas e um pincel
Também podemos pintar...

Por vezes a correr
Outras a saltar,
Tudo isto é a nossa vida
Também com muito brincar.

Teresa Carneiro e Paula Chaves



Apresentamos a Sala das Túlipas!


Observo e vejo
Vinte e três "Túlipas" cheias de energia
E com sede de aprender
Com muito para dar
E muito para receber.

Viver em grupo tem regras
Que não devemos esquecer
Com histórias, jogos e brincadeiras
Todos juntos vamos crescer.

Teresa Sampaio e Teresa Silva



Apresentamos a Sala das Magnólias!


Somos o grupo do A.T.L.
Continuamos a brincar (felizmente).
Racionalizamos melhor as nossas ideias,
Percebemos melhor o que se passa à nossa
volta, mas, isto é uma vida inteira a aprender.
Só aprendemos verdadeiramente aquilo que conseguimos
interiorizar e tomar como nosso.
A brincar aprendemos a relacionarmo-nos com os outros
a perceber os nossos limites.
O melhor do mundo serão sempre as crianças -
porque simbolizam o futuro, a esperança.
Deixemos as crianças brincar no seu tempo de brincar,
que é a infância, para que a criança permaneça em cada
adulto com alegria desafiadora,
 mas tolerante.

Conceição Henriques e Tânia Amaral 



Apresentamos os Serviços Administrativos!



"Infancoop, bom dia".
 Ligam-se os computadores e a fotocopiadora.
Processam-se os vencimentos e as mensalidades.
O Pedro vem pedir dez fotocópias para a Professora.
Chega um pai que quer inscrever o seu bebé.
Passam-se cheques para os fornecedores.
A mãe da Isabel pede fichas de inscrição para a música e o tai-chi.
Mais um dia se passou.
"Infancoop, boa tarde".

Carmo e Anabela



Apresentamos os Transportes e companhia!



O nosso dia é passado de paragem em paragem
Mas o mais importante para nós é que
"As nossas crianças" gostem da viagem.
Das salas das flores aos passeios maravilha
Tudo é programado com muito entusiasmo e alegria.


O motorista Rui


Eu sou polivalente não tenho sítio certo para estar,
Às vezes até tenho de me desdobrar.
Mas sinto-me feliz por ter onde trabalhar!

A Polivalente Fernanda

Entre máquinas, trapos e detergentes
Se está na lavandaria
Umas vezes com tristeza
Mas muitas mais com alegria.

Hermínia

Limpa os vidros, limpa o chão.

O menino fez “ xixi “ e é preciso limpar.
Não há papel higiénico!
Com calma e tranquilidade
A vassoura vai varrendo
E a esfregona limpando.
Tudo fica a brilhar
E as crianças podem brincar.

Maria dos Anjos










Apresentamos a Cozinha!


Neste imenso jardim no meio
De tantos canteiros
Nascemos no dos girassóis cozinheiros
Onde a nossa preocupação diária é
A alimentação das pequenas flores
Para que cresçam fortes e saudáveis.

Olá pequenas flores e papás
Nós somos os girassóis cozinheiros
A nossa maior tarefa, todos os dias
É alimentar as "florinhas"
Deste belo jardim onde possam
Permanecer saudáveis, felizes e coloridas.

Cândida, Laura, Rosa, Eleonora



34º Aniversário da Infancoop!

Dia 22 de Outubro de 2009 comemorámos o 34º Aniversário da Infancoop!!!


Com imaginação foi um dia de diversão!!!


Vejam só Papás, de manhã houve uma surpresa com palhaços!


Adorámos, adorámos, adorámos! Pode haver mais?

Com a Professora Anabela, Professora Débora e os nossos colegas do 1º Ciclo fizemos jogos!
Foi muito bom!


Os Pais são uns verdadeiros artistas, com a ajuda dos filhotes pintaram este lindo quadro que já está pendurado no refeitório da nossa escola.
                                                                                                                       

Obrigado a todos pela vossa magnífica participação!









quarta-feira, 28 de outubro de 2009

A infância do seu filho é um tempo único!

Dêem-lhe a oportunidade de correr, tocar, ver, explorar,provar, ouvir e, sobretudo aprender.
Confiem nos educadores. Falem com eles sobre as vossas dúvidas, mas deixem o vosso filho viver intensamente esta etapa tão importante.
Compartilhem alegrias. Dêem-lhe segurança. Queremos colaborar no sentido de que o vosso filho possa:
• Desenvolver a inteligência através do jogo.
• Intensificar a capacidade de se deslumbrar, de se encantar com as coisas mais simples.
• Aumentar o interesse por explorar, descobrir, conhecer, experimentar, resolver…
• Ser independente, estar seguro de si mesmo, ser capaz de conviver com outras crianças em harmonia.
• Amadurecer emocionalmente e aprender a aceitar que os outros, tal como ele, também têm direitos e deveres.
Tudo isto, sempre, mediante actividades, música e jogos,
com afecto, paciência e compreensão.
Ajudem-no a descobrir que não desaparecem para sempre.
Mostrem-se tranquilos.
Se chorar que alguém o console.
O vosso filho é uma pessoa que é preciso respeitar.
Queremos partilhar convosco a aprendizagem do respeito, do diálogo, da disciplina e da solidariedade. Desfrutem do vosso filho e deste tempo irrepetível.
Não se sintam culpados:
Se vocês aceitarem a separação, ele também o fará.
São apenas umas horas e vocês serão sempre a pessoa mais importante.
Escutem-no atentamente quando lhe fala. E não desanimem.
Permitam que o vosso filho cresça e aproveitem para crescer com ele.
Nós, tal como vocês, queremos o melhor para ele.


As equipas de sala

Pais & Jardim de Infância

"A Escola, ao contrário do que muitos pais pensam, não é “aquele lugar” onde as crianças passam os dias com a obrigação de aprender alguma coisa e onde os professores têm todas as responsabilidades.

A escola faz parte do quotidiano familiar da criança e os pais devem estar envolvidos em todo o processo de aprendizagem. Pode-se dizer que a escola é o prolongamento do lar, onde o aluno se socializa com os outros e partilha a sua rotina pessoal. (...) O conhecimento do que se passa na escola, quais os seus princípios educativos, incentiva os pais a participarem mais activamente na sua vida escolar do seu filho. É necessária, então, uma interacção contínua entre todas as partes envolvidas.
Para os pais, participar na escola não deve ser só “receber informação”. É preciso que façam sugestões e tomem algumas decisões em conjunto com os professores. Aliás, os professores e pais não se devem ver como inimigos. São ambos um complemento importante na educação das crianças."

Não seja um mero espectador da vida do seu filho. Dê-lhe a mão e venha "crescer" com ele.





“ Vocês dizem: é cansativo estar com crianças. "



“ Vocês dizem: é cansativo estar com crianças.
E não há dúvida que têm razão.
Depois acrescentam:
Porque temos de nos pôr ao nível delas,
porque temos de nos baixar, inclinar, curvar, tornar pequenos.
Mas aí vocês estão enganados.
O que mais cansa não é isso, o que mais cansa é sermos obrigados a elevarmo-nos até à altura dos seus sentimentos.
A esticarmo-nos, a alongarmo-nos, a ficar nos bicos dos pés. Para não as magoar.”

Janusz Korczak

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Ir ao W.C: pressão dos pais pode atrapalhar...



A ansiedade dos pais com relação à retirada das fraldas da criança pode ser encarada, pela mesma, como uma tentativa de pressioná-la e isso, geralmente, causa um retrocesso no processo. O melhor é não pressionar, pois quanto mais se exige da criança, mais fixada ela fica nesta fase, não conseguindo fazer a transição.
Quando os pais sabem quais os horários em que a criança costuma fazer as suas necessidades,é mais fácil para deixá-la mais à vontade para usar o bacio (ou redutor), além disso, uma boa conversa ajuda muito.
"Deve-se enfocar as vantagens da utilização do bacio. Sem a colaboração da criança, fica impossível. É preciso estimulá-la a perceber que este é um passo importante para ela", avalia a psicoterapeuta infantil e terapeuta familiar, Dra. Anelise Sandoval Scapaticci.
Fisiológicamente, a criança já está preparada para deixar as fraldas, mas o aspecto emocional deve ser trabalhado, pois ainda é considerada um bebé e, ao mesmo tempo, está entrando na meninice. "Ela quer as vantagens das duas etapas. Falar com carinho e paciência ajuda muito ao invés de bombardeá-la com pressões. Até então, existia um tratamento permissivo - as fezes eram feitas nas fraldas, agora os pais impõem regras e são vistos como pessoas que proíbem, impõem limites", detalha a terapeuta.
A criança tenta conciliar o amor que sente pelos pais e o ódio por estes imporem limites. Sente vontade de bater nos pais, porém, teme que façam o mesmo com ela. Fazer as fezes nas calças pode representar a agressão aos pais, por isso, deve-se evitar usar braço de ferro com a criança para que ela utilize o bacio.




Abandono da Fralda...

A partir de um ano e meio de idade, mais ou menos, muitas crianças tendem a abandonar gradualmente as fraldas. Nesta fase é importante que os pais passem a ensiná-la a utilizar o bacio para que adquira este novo hábito.
Há fases em que mesmo as crianças acostumadas ao bacio são acometidas com as chamadas regressões repentinas, voltando a fazer xixi ou as fezes nas fraldas ou roupas. Na verdade, muitas vezes a criança encontra aí uma forma de chamar atenção, devido à chegada de um irmãozinho. Nesse caso, a paciência e o estímulo dos pais são altamente benéficos, porém, somente a partir dos cinco anos de idade é que a criança estará mais atenta com a questão da higiene pessoal.
Nesta fase, o cuidado dos pais é imprescindível.
O ideal é que os pais, sempre que possível, lavem os genitais dos pequenos com água e sabonete, após urinar ou defecar. Na fase da adaptação ao bacio é bom que os pais deixem a criança à vontade para, até mesmo, utilizar a sanita se a criança assim o desejar.
É comum também que a criança se esqueça ou não tenha tempo de correr até o bacio. Quando isso ocorre, as fezes ou xixi é feito mesmo na roupa . Mas nada de se irritar ou ralhar, porque isso é super normal. Depois da utilização do bacio, o mesmo deve ser limpo com produtos utilizados para limpeza do w.c..
Escolha sempre um papel higiénico macio e fofinho, que não irrite os órgãos genitais da criança. É importante manter o piso do w.c. sempre seco para evitar que a criança caia. Conservar as unhas do seu filho (a) aparadas, ajuda bastante na higiene porque evita o acúmulo de resíduos fecais. Lembre-se sempre de lavar as mãozinhas da criança, hábito que evita qualquer tipo de contaminação.



Deixar as fraldas

Para os pais é um grande alívio e, para a criança, a descoberta da capacidade de produção. É assim a transição da fralda para o bacio. Muitos pais devem perguntar qual a relação entre a criatividade infantil com o acto de defecar. É simples. As fezes representam para a criança a manifestação de sua presença no mundo, a capacidade de produzir algo, de criar. Neste período, conhecido como fase anal, o incentivo dos pais é extremamente importante. De acordo com a psicoterapeuta infantil e terapeuta familiar, Dra. Anelise Sandoval Scapaticci, até ao segundo ano de vida a criança não tinha um contacto tão frequente com o conteúdo que sai dela, ou seja, as fezes. Isso ocorre porque a fralda age como um vínculo.
De repente, perceber que ela produz "aquilo" pode ser, num primeiro momento, assustador para a criança. "Muitas crianças ficam assustadas, no início, com o barulho das fezes a sairem, pois não tinham consciência disso. As fezes representam muito para ela e estão relacionadas com o seu mundo interno. É nesta fase que a criança percebe que tem algo dentro dela, uma produção intensa e fica impressionada com isso", detalha a terapeuta.
Quando a criança passa a ter a consciência que produz as fezes, é como se estivesse a marcar a sua presença no mundo e encara esse acto como a capacidade de produção, criação. Os pais devem valorizar isso, caso contrário, de acordo com a psicoterapeuta, a criança sentirá aversão e ficará amedrontada, prejudicando-a.
Nesta fase também é comum que as crianças tenham curiosidade a respeito do nascimento dos bebés e normalmente pensem que isso está vinculado ao acto de defecar. " Essa é uma das teorias que delas , quando percebem que são produtivas, um momento de grande prazer". Os pais devem aceitar isso como algo bom, pois é o momento lúdico. O susto pode vir primeiro, mas o prazer de se sentir produtivo leva a criança a gostar de fazer suas necessidades no bacio.




Dicas

Os pais devem transformar este gesto num momento de descoberta para a criança.
No caso de meninos, deve-se ensinar a levantar a tampa e direcionar o pénis. Quando for defecar, ensine-o a abaixar as calças, subir na sanita e limpar-se. Fique sempre perto e explique pausadamente, com tranquilidade. É importante lembrar que a criança só aprenderá a limpar-se sozinha por volta dos quatro anos de idade.
Se a criança quiser descarregar o autoclismo não hesite. Será parte da aprendizagem. Não se esqueça de ensiná-la a lavar as mãos.
É importante que a criança seja orientada da mesma forma na creche e em casa!!!
Deixar a criança com fraldas ou calças sujas NÃO ajuda para que ela aprenda mais rapidamente a controlar as eliminações.



sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Truz Truz

Truz, truz
Truz, truz
Quem é?
É o homem do café
Quanto custa?
Um tostão!
Vá-se embora seu trapalhão
Truz, truz, Barnabé
Truz, truz, Barnabé
Foi à horta
Buscar café
Encontrou o chimpanzé
Que lhe deu um boné
Foram os dois só num pé
Tomar uma chávena de café
Mas encontrou o Zé
Que lhes roubou o boné